está alguém aí?
Sexta-feira, Janeiro 16, 2009
Domingo, Maio 18, 2008
Quinta-feira, Setembro 27, 2007
Terça-feira, Agosto 28, 2007
Quarta-feira, Agosto 15, 2007
Quarta-feira, Agosto 08, 2007
Terça-feira, Julho 10, 2007
"Vem sentar-te comigo Lídia, à beira do rio.
Sossegadamente fitemos o seu curso e aprendamos
Que a vida passa, e não estamos de mãos enlaçadas.
(Enlacemos as mãos.)
Depois pensemos, crianças adultas, que a vida
Passa e não fica, nada deixa e nunca regressa,
Vai para um mar muito longe, para ao pé do Fado,
Mais longe que os deuses.
Desenlacemos as mãos, porque não vale a pena cansarmo-nos.
Quer gozemos, quer não gozemos, passamos como o rio.
Mais vale saber passar silenciosamente
E sem desassosegos grandes.
Sem amores, nem ódios, nem paixões que levantam a voz,
Nem invejas que dão movimento demais aos olhos,
Nem cuidados, porque se os tivesse o rio sempre correria,
E sempre iria ter ao mar.
Amemo-nos tranquilamente, pensando que podiamos,
Se quiséssemos, trocar beijos e abraços e carícias,
Mas que mais vale estarmos sentados ao pé um do outro
Ouvindo correr o rio e vendo-o.
Colhamos flores, pega tu nelas e deixa-as
No colo, e que o seu perfume suavize o momento -
Este momento em que sossegadamente não cremos em nada,
Pagãos inocentes da decadência.
Ao menos, se for sombra antes, lembrar-te-ás de mim depois
Sem que a minha lembrança te arda ou te fira ou te mova,
Porque nunca enlaçamos as mãos, nem nos beijamos
Nem fomos mais do que crianças.
E se antes do que eu levares o óbolo ao barqueiro sombrio,
Eu nada terei que sofrer ao lembrar-me de ti.
Ser-me-ás suave à memória lembrando-te assim - à beira-rio,
Pagã triste e com flores no regaço."
Ricardo Reis
Quinta-feira, Junho 28, 2007
Segunda-feira, Junho 11, 2007
Quarta-feira, Maio 30, 2007
Sábado, Maio 26, 2007
Quinta-feira, Maio 10, 2007
Sábado, Setembro 02, 2006
Quem és tu?
Eu não sei quem és…
Nem sei se és real.
Será que és um ser que nasceu da imaginação
Desta pobre mortal
Talvez sim… Talvez não…
Não sei…
Sinceramente não sei
Mas quem sou eu para saber algo?
Eu nem sei quem sou
Alias…
Eu não sou ninguém
Ninguém!
Sou apenas mais um mortal
Perdido neste mundo
Neste mundo?!
Que mundo?!
Este mundo que…
Nos atormenta.
Por isso preciso de ti!
(poema velho, rs)
Eu não sei quem és…
Nem sei se és real.
Será que és um ser que nasceu da imaginação
Desta pobre mortal
Talvez sim… Talvez não…
Não sei…
Sinceramente não sei
Mas quem sou eu para saber algo?
Eu nem sei quem sou
Alias…
Eu não sou ninguém
Ninguém!
Sou apenas mais um mortal
Perdido neste mundo
Neste mundo?!
Que mundo?!
Este mundo que…
Nos atormenta.
Por isso preciso de ti!
(poema velho, rs)
Sexta-feira, Setembro 01, 2006
Cá estou eu…
Mais uma vez à espera
Espero por ti!
Sim! Por ti!
Mas não quero.
Não quero esperar mais por ti
Não quero passar a vida à tua espera
Quero ser livre!
Livre desta espera maldita
Não quero esperar por ti, nem pelo futuro
Quero apenas viver cada dia como se fosse o último
Sim! O último!
Esse grande dia…
Se todos os dias fossem como esse…
Oh! Como seria bela a vida!
Só me resta viver o dia-a-dia
E pensar que pode ser o último
O último dia desta vida
E o início de outra…
________
Sorri para mim...
_______
Anônimo, já não sou digna de receber os teus comentarios?
Mais uma vez à espera
Espero por ti!
Sim! Por ti!
Mas não quero.
Não quero esperar mais por ti
Não quero passar a vida à tua espera
Quero ser livre!
Livre desta espera maldita
Não quero esperar por ti, nem pelo futuro
Quero apenas viver cada dia como se fosse o último
Sim! O último!
Esse grande dia…
Se todos os dias fossem como esse…
Oh! Como seria bela a vida!
Só me resta viver o dia-a-dia
E pensar que pode ser o último
O último dia desta vida
E o início de outra…
________
Sorri para mim...
_______
Anônimo, já não sou digna de receber os teus comentarios?
"DUETO NA RUA IBERVILLE
O homem de cabedal preto,
Ao comprar um rato para dar de comer à sua piton,
Não se debate com questões de pormenor.
Qualquer rato serve.
Ao regressar da loja de animais
Vejo um homem na garagem de um hotel
A esculpir um cisne num bloco de gelo
Com uma serra articulada."
Stan Rice
30 de Janeiro 94
O homem de cabedal preto,
Ao comprar um rato para dar de comer à sua piton,
Não se debate com questões de pormenor.
Qualquer rato serve.
Ao regressar da loja de animais
Vejo um homem na garagem de um hotel
A esculpir um cisne num bloco de gelo
Com uma serra articulada."
Stan Rice
30 de Janeiro 94
Terça-feira, Agosto 29, 2006
Segunda-feira, Maio 08, 2006
"Tempo virá em que os seres humanos se contentarão com uma alimentação vegetariana e julgarão a matança de um animal inocente como hoje se julga o assassínio de um homem."
Leonardo da Vinci
Domingo, Abril 23, 2006
Quinta-feira, Abril 20, 2006
Terça-feira, Abril 18, 2006
Segunda-feira, Abril 17, 2006
Quarta-feira, Março 29, 2006
Segunda-feira, Março 27, 2006
Sexta-feira, Março 17, 2006
Segunda-feira, Março 06, 2006
Sexta-feira, Janeiro 13, 2006

Pura Beleza...
Olhar belo e inocente...
Cabelos brancos...
Sangue...
Sangue da sua propria ferida...
Só! Apenas ela e a sua dor...
Não apenas dor fisica...
Muito pelo contrario...
Uma dor que cresce e cresce cada vez mais...
Até quando?
Até à morte?
Será a Morte, a Paz que tanto procura?
Será a Morte o fim da dor?
Será!?
Domingo, Dezembro 25, 2005
Sábado, Novembro 12, 2005
"Os fracos só se lixam. Porque será?
Eu sei! É porque são fracos! ah! ah! ah!
Então!? Não te rir???
Era para rir!!! ah! ah! ah!
Devias ter pena deles, afinal eles são fracos...
Eu pena?? Não!
Eles que morram! São fracos, não merecem cá estar."
Segunda-feira, Outubro 10, 2005
Nem tudo é o que parece
Nem tudo o que parece é
Nem sempre a felicidade aparente é verdadeira
Nem sempre um sorriso consegue esconder a dor
Nem sempre um olhar consegue transmitir o amor
Nem sempre somos fortes para dar um passo insignificante
Nem sempre somos capazes de olhar a vida de frente
Nem sempre somos capazes de dizer uma palavra amiga
Nem sempre amamos quem nos ama
Nem sempre podemos ser felizes
Nem sempre é bom amar
Nem sempre as lagrimas podem transmitir a dor
Nem sempre é possivel fugir do medo que nos atormenta
Nem sempre o fim está ao alcance de um golpe
Nem sempre, o sempre será para sempre
Mas sempre existe a dor, o medo, o amor
Sempre...
Nem tudo o que parece é
Nem sempre a felicidade aparente é verdadeira
Nem sempre um sorriso consegue esconder a dor
Nem sempre um olhar consegue transmitir o amor
Nem sempre somos fortes para dar um passo insignificante
Nem sempre somos capazes de olhar a vida de frente
Nem sempre somos capazes de dizer uma palavra amiga
Nem sempre amamos quem nos ama
Nem sempre podemos ser felizes
Nem sempre é bom amar
Nem sempre as lagrimas podem transmitir a dor
Nem sempre é possivel fugir do medo que nos atormenta
Nem sempre o fim está ao alcance de um golpe
Nem sempre, o sempre será para sempre
Mas sempre existe a dor, o medo, o amor
Sempre...
Terça-feira, Outubro 04, 2005
PARE DE COMER OS ANIMAIS!
"A carne ou o peixe não são produtos banais: são pedaços de um ser que foi sensível, sofreu, sentiu dores, alegrias. Pedaços de um animal que foi morto por uma questão banal, inteiramente evitável: simplesmente para o nosso alimento.
Porque consideramos que a vida de um animal, o que este sente, seus desejos, seus medos, não têm importância? É ele tão desprezível que mereça que nós lhe tiremos o único bem que ele possui (sua vida), pelo prazer de uma simples refeição?
Por que tão pouca consideração?
Frequentemente as pessoas respondem: ora, os animais são irracionais, eles não são livres, foram feitos para isso... Essas razões são plausíveis? Por acaso devemos tratar os seres humanos diferentemente, segundo o grau da inteligência que possuam? Idiotas, autistas, gênios... devem ter direitos diferentes?Por que há tantas formas de moral? Uma moral de igualdade para os humanos e uma outra forma de moral (meritocrática) para os outros seres? Devemos levar em consideração os interesses dos animais assim como levamos em conta os nossos. Devemos dar tanta importância a suas vidas, a seus sofrimentos, a suas alegrias, assim como damos aos nossos. Os argumentos utilizados para legitimar aos nossos olhos os sofrimentos que lhes causamos são indefensáveis.
Maltratá-los é injusto, exatamente porque é injusto maltratar os humanos, as razões são as mesmas: porque isto lhes faz sofrer e/ou lhes tira a vida. É necessário determos a carnificina atual: é tão mais urgente quanto o número de vítmas é pavoroso. Mais de um bilhão de animais vertebrados terrestres (bezerros, galinhas, porcos, etc) são massacrados por ano para serem comidos apenas pelos franceses; assim como dezenas de milhares de peixes que também sofrem intensamente em criações de peixe ou durante a pesca. Se cada animal pudesse gritar antes de ser morto, o planeta terra vibraria com o estrondo de gritos incessantes e pavorosos que viriam de todos os lugares.
As prateleiras dos açougues e das peixarias expõem uma vasta carnificina que nós encontramos, de modo mais íntimo, ao longo de nossas refeições diárias, e no estômago de 98,5% da população (os 1,5% restantes já decidiram não mais comer carne nem peixe e, desta forma, não participar mais do massacre).
Este desprezo assassino não é justo. Somente através de um ato de violência podemos decidir que aqueles que não são de nossa espécie são insignificantes. Trata-se de uma forma de discriminação tão arbitrária quanto o racismo e que se chama ‘especismo’: discriminação fundamentada na espécie dos indivíduos, e que visa nos dar o direito de explorar outros seres que não façam parte da espécie ‘superior’. Assim como o racismo se fundamenta na discriminação feita a partir da raça (contra aqueles que não pertençam à raça superior)...
Reflita sobre o que você faz, reflita sobre as conseqüências dos seus atos!! A moral atual, especista, estabelece que os interesses vitais de um animal nada são perto do nosso mais insignificante interesse. Isto é justificável? Defensível? E se não o é, você pode continuar??Pare com o massacre!"
Este desprezo assassino não é justo. Somente através de um ato de violência podemos decidir que aqueles que não são de nossa espécie são insignificantes. Trata-se de uma forma de discriminação tão arbitrária quanto o racismo e que se chama ‘especismo’: discriminação fundamentada na espécie dos indivíduos, e que visa nos dar o direito de explorar outros seres que não façam parte da espécie ‘superior’. Assim como o racismo se fundamenta na discriminação feita a partir da raça (contra aqueles que não pertençam à raça superior)...
Reflita sobre o que você faz, reflita sobre as conseqüências dos seus atos!! A moral atual, especista, estabelece que os interesses vitais de um animal nada são perto do nosso mais insignificante interesse. Isto é justificável? Defensível? E se não o é, você pode continuar??Pare com o massacre!"
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Não sei se alguem vai ler...
Terça-feira, Setembro 27, 2005
Eu vi-o outra vez…
O seu olhar é tão belo, o seu sorriso...
Enfim...
O seu olhar é tão belo, o seu sorriso...
Se eu ao menos conseguisse aproximar-me... não creio que consiga, que seja capaz.
E mesmo que conseguisse que iria adiantar? Nada. Não iria reparar em mim, logo eu, que não sou propriamente um poço de beleza... (rs)
Enfim...
Quarta-feira, Setembro 07, 2005
Kittie - Brackish
She is not scared to die..
The best things in life drive her to cry, Crucify then learn..
(take so much away from inside you,
makes no sense, you know he can't guide you,
he's your fucking shoulder to lean on, be strong!)
Sit and watch me burn..
(take so much away from inside you,
makes no sense, you know he can't guide you,
he's your fucking shoulder to lean on, be strong!)
She's led to believe, that it be ok, look at your face,
scarred in dismay, but times have changed, and so have you..
I think I'd rather crucify then learn
(take so much away from inside you,
makes no sense, you know he can't guide you,
he's your fucking shoulder to lean on, be strong!)
Sit and watch me burn..
(take so much away from inside you,
makes no sense, you know he can't guide you,
he's your fucking shoulder to lean on, be strong!)
I'd like to take you down, and show you deep inside,
my life my inner working of smell and lack of inner pride,
to touch upon the surface, is not for what it seems,
and I take away my problems, but only in my dreams..
(take so much away from inside you,
makes no sense, you know he can't guide you,
he's your fucking shoulder to lean on, be strong!)
Crucify then learn..
(take so much away from inside you,
makes no sense, you know he can't guide you,
he's your fucking shoulder to lean on, be strong!)
Crucify then learn..
(take so much away from inside you,
makes no sense, you know he can't guide you,
he's your fucking shoulder to lean on, be strong!)
Sit and watch me burn..
(take so much away from inside you,
makes no sense, you know he can't guide you,
he's your fucking shoulder to lean on, be strong!)
She is not scared to die..
The best things in life drive her to cry, Crucify then learn..
(take so much away from inside you,
makes no sense, you know he can't guide you,
he's your fucking shoulder to lean on, be strong!)
Sit and watch me burn..
(take so much away from inside you,
makes no sense, you know he can't guide you,
he's your fucking shoulder to lean on, be strong!)
She's led to believe, that it be ok, look at your face,
scarred in dismay, but times have changed, and so have you..
I think I'd rather crucify then learn
(take so much away from inside you,
makes no sense, you know he can't guide you,
he's your fucking shoulder to lean on, be strong!)
Sit and watch me burn..
(take so much away from inside you,
makes no sense, you know he can't guide you,
he's your fucking shoulder to lean on, be strong!)
I'd like to take you down, and show you deep inside,
my life my inner working of smell and lack of inner pride,
to touch upon the surface, is not for what it seems,
and I take away my problems, but only in my dreams..
(take so much away from inside you,
makes no sense, you know he can't guide you,
he's your fucking shoulder to lean on, be strong!)
Crucify then learn..
(take so much away from inside you,
makes no sense, you know he can't guide you,
he's your fucking shoulder to lean on, be strong!)
Crucify then learn..
(take so much away from inside you,
makes no sense, you know he can't guide you,
he's your fucking shoulder to lean on, be strong!)
Sit and watch me burn..
(take so much away from inside you,
makes no sense, you know he can't guide you,
he's your fucking shoulder to lean on, be strong!)
Quarta-feira, Agosto 31, 2005
Terça-feira, Agosto 09, 2005
Slipknot - Surfacing
FUCK YOU ALL!
Running out of ways to run
I can't see, I can't be
Over and over and under my skin
All this attention is DOING ME IN!
FUCK IT ALL! FUCK THIS WORLD!
FUCK EVERYTHING THAT YOU STAND FOR!
DON'T BELONG! DON'T EXIST!
DON'T GIVE A SHIT!
DON'T EVER JUDGE ME!
Picking through the parts exposed
Taking shape, taking shag
Over and over and under my skin
All this momentum is DOING ME IN!
FUCK IT ALL! FUCK THIS WORLD!
FUCK EVERYTHING THAT YOU STAND FOR!
DON'T BELONG! DON'T EXIST!
DON'T GIVE A SHIT!
DON'T EVER JUDGE ME!
DON'T YOU FUCKING JUDGE ME!
You got all my love, livin' in your own hate
Drippin' hole man, hard step, no fate
Show you nuthin', but I ain't holdin' back
Every damn word I say is a sneak attack
When I get my hands on you
Ain't a fucking thing you can do
Get this cuz you're never gonna get me
I am the very disease you pretend to be
I am the push that makes you move
FUCK IT ALL! FUCK THIS WORLD!
FUCK EVERYTHING THAT YOU STAND FOR!
DON'T BELONG! DON'T EXIST!
DON'T GIVE A SHIT!
DON'T EVER JUDGE ME!
FUCK YOU ALL!
Running out of ways to run
I can't see, I can't be
Over and over and under my skin
All this attention is DOING ME IN!
FUCK IT ALL! FUCK THIS WORLD!
FUCK EVERYTHING THAT YOU STAND FOR!
DON'T BELONG! DON'T EXIST!
DON'T GIVE A SHIT!
DON'T EVER JUDGE ME!
Picking through the parts exposed
Taking shape, taking shag
Over and over and under my skin
All this momentum is DOING ME IN!
FUCK IT ALL! FUCK THIS WORLD!
FUCK EVERYTHING THAT YOU STAND FOR!
DON'T BELONG! DON'T EXIST!
DON'T GIVE A SHIT!
DON'T EVER JUDGE ME!
DON'T YOU FUCKING JUDGE ME!
You got all my love, livin' in your own hate
Drippin' hole man, hard step, no fate
Show you nuthin', but I ain't holdin' back
Every damn word I say is a sneak attack
When I get my hands on you
Ain't a fucking thing you can do
Get this cuz you're never gonna get me
I am the very disease you pretend to be
I am the push that makes you move
FUCK IT ALL! FUCK THIS WORLD!
FUCK EVERYTHING THAT YOU STAND FOR!
DON'T BELONG! DON'T EXIST!
DON'T GIVE A SHIT!
DON'T EVER JUDGE ME!
Sábado, Julho 30, 2005
Sexta-feira, Julho 29, 2005
Sexta-feira, Julho 08, 2005

Deixo-vos uma foto da minha menina linda, a Xica (já sei o nome não é dos mais bonitos, rs) já tenho esta menina comigo há oito aninhos :D
Digam lá se não é um amor ...?
Domingo, Julho 03, 2005
Segunda-feira, Junho 20, 2005
Domingo, Junho 19, 2005
Terça-feira, Junho 14, 2005
Segunda-feira, Junho 06, 2005
Hoje vi um rapaz, ele era belo, o seu olhar era doce e sereno...
Um pouco timido, talvez. Mas belo.
Fiquei a contemplalo ...
Por breves momentos olhou para mim...
Será que se apercebeu?
Talves sim, talvez não...
Não sei... só sei era belo!
Um pouco timido, talvez. Mas belo.
Fiquei a contemplalo ...
Por breves momentos olhou para mim...
Será que se apercebeu?
Talves sim, talvez não...
Não sei... só sei era belo!
Sexta-feira, Junho 03, 2005
Vou deixar-vos aqui um poema que escrevi na 6ª feira na aula de Portugues...
Espero por alguém
Não sei por quem
Mas sei que vem
Vem me dar alegrias,
Felicidade e sobretudo paz
Muita paz
Há-de chegar repleto de luz
Com o seu ar inocente e delicado
Sim! Eu sei que vem
Pode não ser hoje, nem amanha
Não importa,
O que importa é que ele vem!
Espero por alguém
Não sei por quem
Mas sei que vem
Vem me dar alegrias,
Felicidade e sobretudo paz
Muita paz
Há-de chegar repleto de luz
Com o seu ar inocente e delicado
Sim! Eu sei que vem
Pode não ser hoje, nem amanha
Não importa,
O que importa é que ele vem!
Deixo-vos mais um poema que escrevi, à uns tempos atras...
Ser da noite…
Quem sois vos?!
Não sei…
Mas sei, que sois belo
Oh! Sim! Como sois belo!
Vossa pele… Como é linda!
Branca…Tão branca como a lua…
Sim… a lua…
Que te ilumina na noite…
Quando vais em busca...
De um mortal
Para saciar a tua fome
Vives na noite
Enquanto nos mortais “vivemos” de dia
Vivemos?!
Nos?! Mortais?
Será que podemos chamar “vida” esta nossa vida!?
Creio que não!
Ser da noite…
Quem sois vos?!
Não sei…
Mas sei, que sois belo
Oh! Sim! Como sois belo!
Vossa pele… Como é linda!
Branca…Tão branca como a lua…
Sim… a lua…
Que te ilumina na noite…
Quando vais em busca...
De um mortal
Para saciar a tua fome
Vives na noite
Enquanto nos mortais “vivemos” de dia
Vivemos?!
Nos?! Mortais?
Será que podemos chamar “vida” esta nossa vida!?
Creio que não!
Quarta-feira, Junho 01, 2005
"A existência é tão transitória como as nuvens de Outono. Observar o nascimento e a morte dos seres é como olhar para os movimentos de uma dança." - Buda
"O tempo de uma vida é o clarão de um raio no céu, correndo à pressa, como uma corrente numa íngreme montanha." - Buda
Terça-feira, Maio 31, 2005
Ser da Noite
Ser da noite...
Quem sois vos?
Que quereis de mim?
Quereis me levar para o vosso mundo?
Onde reina a paz e a escuridão
Oh! Como é belo o vosso mundo...
Vejo-vos caminhar entre as campas dos que já levas-te
E como os levas-te!...
Seduzistios com o teu olhar profundo e distante
Surgindo do nada, da escuridão...
Surpreendendo-os com os teus movimentos delicados
E cravando teus longos dentes
Na pele de um inocente
Que momento Belo!
Digno de um ser da noite como vos!
Viveras para todo o sempre
Onde quer que estejas
Alimentando-te destes pobres mortais
Pobres...
Mas dignos de uma morte bela!
Quem sois vos?
Que quereis de mim?
Quereis me levar para o vosso mundo?
Onde reina a paz e a escuridão
Oh! Como é belo o vosso mundo...
Vejo-vos caminhar entre as campas dos que já levas-te
E como os levas-te!...
Seduzistios com o teu olhar profundo e distante
Surgindo do nada, da escuridão...
Surpreendendo-os com os teus movimentos delicados
E cravando teus longos dentes
Na pele de um inocente
Que momento Belo!
Digno de um ser da noite como vos!
Viveras para todo o sempre
Onde quer que estejas
Alimentando-te destes pobres mortais
Pobres...
Mas dignos de uma morte bela!
O que é a Carne...
"A faca desce macia, cortando sem esforço o pedaço de picanha. Dourada e crocante nas bordas, tenra e úmida no centro. Você põe a carne na boca e mastiga devagar, sentindo o tempero, a maciez, a temperatura. O sumo que escorre dela enche a boca e, com ele, o sabor incomparável. Carne é bom. Mas que tal assistir a mesma cena sob outra perspectiva? No prato jaz um pedaço de músculo, amputado da região pélvica de um animal bem maior que você. Com a faca, você serra os feixes musculares. A seguir, coloca o tecido morto na boca e começa a dilacerá-lo com os dentes. As fibras musculares, células compridas de até 4 centímetros e resistentes, são picadas em pedaços. Na sua boca, a água (que ocupa até 75% da célula) se espalha, carregando organelas celulares e todas as vitaminas, os minerais e a abundante gordura que tornavam o musculo capaz de realizar suas funções, inclusive a de se contrair. Sim, meu caro, por mais que você odeie pensar que a comida no seu prato tenha sido um animal um dia, você está comendo um cadáver.Carne e tecido animal, em geral muscular. As fibras que a compõe são feixes de celulas musculares, enroladas umas nas outras. Em volta delas há uma cobertura de gordura, cuja função é lubrificar o musculo e permitir que ele relaxe e se contraia suavemente. Ou seja, não há carne sem gordura."
"Quanto mais o homem simplifica a sua alimentação e se afasta do regime carnívoro, mais sábia e a sua mente." George Bernard Shaw
Sexta-feira, Maio 27, 2005
"Quando chegou à casa antiga, o silêncio era total. Não havia guardas por ali. Nem vivalma. Apenas a súbita e silenciosa aparição de Armand diante da entrada. Armand de novo.
Tinha saído silenciosamente das sombras para a luz do luar, um jovem de jeans sujos e blusão de ganga usado, e passado um braço em volta de Daniel, dando-lhe um suave beijo no rosto. A sua pele estava quente, cheia de sangue, o perfume da vida ainda agarrago a Armand.
Tinha saído silenciosamente das sombras para a luz do luar, um jovem de jeans sujos e blusão de ganga usado, e passado um braço em volta de Daniel, dando-lhe um suave beijo no rosto. A sua pele estava quente, cheia de sangue, o perfume da vida ainda agarrago a Armand.
- Queres entrar nesta casa? - sussurrara Armand. As fechaduras nunca impediram Armand de entrar onde queria. Dniel estava a tremer, à beira das lágrimas. E porquê? Estava tão feliz por o ver, por lhe tocar, ah, maldito fosse!
Tinha entrado nas salas escuras de tectos baixos, e a pressão do braço de Armand nas costas de Daniel era estranhamente reconfortante. «Ah, sim, aquela intimidade, porque era isso, não era? Tu, meu...»
«Amante secreto.»
Sim.
Então Daniel tinha compreendido, quando estavam juntos na casa de jantar erruinada, com os seus famosos murais da flagelação ritual mal visíveis no escuro: «Ele não vai matar-me, afinal. Ele não vai fazer isso. É evidente que não vai matar-me. A dança não vai terminar assim.»
- Mas como é possível que não soubesses disso? - dissera Armand, lendo os seus pensamentos. - Eu amo-te. Se não tivesse começado a amar-te, já te teria matado há algum tempo, naturalmente.
O luar penetrava através das gelosias da madeira.As figuras vigorosas dos murais ganharam vida contra o seu fundo vermelho, da cor do sangue seco.
Daniel olhou fixamente para a criatura que estava na sua frente, aquela coisa que parecia humana e falava como se fosse humana, mas não era. Houve um desvio horrível da sua percepção; viu aquele ser como um enorme insecto, um monstruoso e pérfido predador que tinha devorado um milhão de vidas humanas. E, no entanto, ele amava aquela coisa. Amava a sua pele branca e macia, os seus grandes olhos castanhos-escuros. Amava-a não por ser um jovem amável e atencioso, mas por ser um ser medonho, horrível e repugnante, mas belo, ao mesmo tempo. Amava-o da mesma forma que as pessoas amam o mal, porque ele as excita no mmaisíntimo das suas almas. Imagine-se, matar daquela forma, tirar a vida a alguém sempre que lhe apetecia, fazê-lo, muito simplesmente, enterrar os dentes noutro ser e extrair tudo o que poderia dar-lhe.
Olhem para as roupas que ele enverga. Uma camisola de algodão azul, um blusão de ganga azul com botões de latão. Onde as tinha arranjado? Eram de uma vitima, sim, como se tivesse puxado de uma faca e esfolasse a caça enquanto ainda estava quente. Não ademirava que elas cheirassem a sal e a sangue, apesar de não estarem mais visíveis. E o cabelo aparado, como se não fosse crescer, em vinte e quatro horas, até ao seu comprimento normal à altura dos ombros. «Isto é o mal. Isto é ilusão. Isto é o que eu quero ser, é por isso que não suporto olhar para ele.»
Os lábios de armand tinham-se contorcido num sorriso suave, levemente oculto. E depois os seus olhos tinham-se turvado e fechado. Tinha-se aproximado mais de Daniel e encostado seus lábios ao pescoço de Daniel.
E, uma vez mais, tal como sucedera num pequeno quarto da Rua Divisadero, em São Francisco, com o vampiro Louis, Daniel sintira os dentes agudos penetrarem na sua pele. Uma dor súbita e um calor latejante.
- Vais matar-me, finalmente?- Sentia-se entorpecido, a arder, cheio de amor. - Sim, mata-me.
Mas Armand tinha sugado apenas algumas gotas. Libertara Daniel e comprimira-lhe suavemente os ombros, forçando Daniel a ajoelhar. Daniel erguera o olhar e vira o sangue a escorrer do pulso de Armand. Grandes choques eléctricos o atravessaram, ao saborear aquele sangue. Tinha-lhe parecido, de repente, que a cidade de Pomoeia se enchia de sussurros, de gritos, e uma vaga e latejante sensação de um sofrimento e morte longínquos. Milhares de pessoas morriam sob o fumo e as cinzas. Milhares de pessoas morriam juntas. Juntas. Daniel tinha-se agarrado a Armand. Mas o sangue desaparecera. Apenas o provara - nada mais.
- Tu és meu, belo rapaz - dissera Armand.
Na manhã seguinte, ao acordar na cama do Excelsior em Roma, Daniel compreendeu que não voltaria a fugir de Armand. Menos de uma hora depois do pôr do Sol, Armand voltara para junto dele. Iriam para Londres, agora, o carro esperava-os para os levar aou avião. Mas ainda havia tempo, não havia?, para um novo abraço, outra pequena troca de sangue.
- Da minha garganta - sussurrara Armand, agarrando a cabeça de Daniel entre as mãos. Um belo pulsar silencioso. A luz dos candeeiros aumentara de intensidade, tornara-se mais brilhante, fizera desaparecer o quarto.
Amantes. Sim, aquilo tinha-se transformado num absorvente romance que os deixava em êstase.
- Tu és o meu professor- dissera-lhe Armand. - Vais contar-me tudo acerca deste século. Já estou a aprender segredos que sempre me fugiram, desde o princípio. Tu podes dormir depois do Sol nascer, se quiseres,mas as noites são minhas."
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Excerto do livro A Rainha dos Malditos, de Anne Rice, 4ºcapitulo
Este é daqueles livros que aconselho a ler sem duvida alguma, é um livro lindo!
























